NOVIDADES!

Olá, exploradores!

Já faz um tempinho, temos uma novidade. Estamos de casa nova \o/

Nosso blog querido está de endereço novo. Lá, vocês vão encontrar todos os artigos e colunas que já haviam sido publicados aqui e outros novíssimos, aguardando sua leitura.

Nos vemos lá: http://exploreniteroi.com.br

exploreniteroi.com.br

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Niterói Turístico – Olhar Niteroiense

Niterói, Pendotiba, sala de estar.

Eu sempre fui dessas pessoas que adora puxar assunto com estrangeiros (pra ver se sei me comunicar direito, sabe, se sei me fazer compreender rs). Como sou expansiva, bastante curiosa e extrovertida, nunca tive problemas em me meter na conversa dos outros (sei que às vezes sou um pouquinho inconveniente). No entanto, neste caso, o intrometido foi o Diego.

Diego Martinez é meu amigo mexicano, da cidade de Hermosillo, capital do estado de Sonora (Ana Letícia também é cultura, ham!). No início, quando ele me add no Face, não fazia ideia de quem ele era. Fiquei 4 meses estudando no Canadá e saía com um grupo de amigos que também o conhecia. Só que eu nunca tinha esbarrado no Diego por lá. Fui encontrá-lo aqui, em terras brasileiras, do OUTRO lado da ponte – da minha perspectiva: no Rio.

A gente passeou muito “do outro lado da poça”. Levei-o nos meus lugares preferidos e, sim, convenhamos, o Rio é uma cidade de encantar. MAS, por mais que parecesse estranho aos olhos dos outros, eu queria MESMO que ele conhecesse a minha cidade natal: a minha amada, apaixonante, inigualável e querida Niterói.

Acervo pessoal da colunista - Diego no Parque Lage

Acervo pessoal da colunista – Diego no Parque Lage

Como o Diego não é bobo e é um grande explorador como nós, aceitou minha proposta.

Eu tenho meus cantinhos por aqui. Comecei pelo Olimpo em Charitas, porque ele veio de catamarã. Dali partimos pra Jurujuba e depois pro Mirante de Piratininga (tenho um caso de amor com a R.O.). Um rolé em Itacoatiara e o menino ficou tão inspirado que chegou na minha casa e preparou uma comidinha típica pra minha família: um churrasquinho com pimentões, algum prato com guacamole e outras coisas que eu não tenho memória e teria que perguntar (Vou passar vergonha porque ele aprendeu português e vai ler isso, tenho certeza!).

Pra terminar a história da carochinha, vamos a moral: nossa cidade vai muito além do MAC, é preciso explorar para sair do lugar comum (literalmente rs). Quem não gosta de ir aonde poucos foram? Conhecer a beleza que nós privilegiados conhecemos?

Acervo pessoal da colunista

Acervo pessoal da colunista

(Obs1: Estou quase sem fotos porque o Diego queimou o HD externo dele.  Obs2: ELE GOSTOU TANTO QUE VOLTOU DOIS ANOS DEPOIS E NEM ME AVISOU, hunf!)

180 anos de vai e vem das Barcas na Baía da Guanabara

O texto e as fotos a seguir são dos fotógrafos Adriana Castro e Raphael Bahiense, leitores do Explore Niterói.

Há exatos 180, ou seja, em 1935 os cidadãos fluminenses passaram a dispor  dos serviços aquaviários prestados por uma empresa privada denominada “A Família de Carreteiros”, que através das Barcas faziam a travessia Rio x Niterói. Após o Golpe de 1964 a referida empresa foi encampada pelo Governo Federal e passou a  se chamarSTBG – Serviços de Transportes da Baia de Guanabara.

Em 1977 foi doada pelo Governo Federal ao Estado do Rio de janeiro passando a se chamar CONERJ – Companhia de Navegação do Estado do Rio de Janeiro.

Em 1998 iniciou-se o regime das concessões, a partir daí as Barcas foram assumidas pelas Barcas S.A. No ano de 2006, foram inaugurados dois Catamarãs Sociais, o Gávea I e o Ingá II. Com tecnologia e design italiano, além de mais confortáveis devido ao conforto de suas poltronas acolchoadas, as embarcações que possuem duas proas, reduziram o tempo de viagem na linha Rio – Niterói para 12 minutos, uma vez que não precisavam manobrar para voltar.

Em 2007, a Barcas foi inaugurado o terceiro Catamarã Social, o Urca III. No dia 02 de julho de 2012 após a venda de 80% de seu capital, as Barcas passaram a ser operadas pela CCR Barcas S.A., que vem prestando seus serviços até a presente data.

Em março de 2015 foi inaugurado o Catamarã Social Pão de Açúcarque além de ser mais confortável e mais amplo, dispõe de ar condicionado, também já chegaram à Baía de Guanabara em 2015 mais dois novos Catamarãs o Corcovado e Itcoatiara, que estão em fase de testes e adaptações.

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381 Burger House

Niterói ganhou na semana passada sua primeira casa especializada em hambúgueres, a 381 Burger House, em Icaraí. É bem verdade que a cidade já tinha alguns estabelecimentos com bons sanduíches artesanais e tals, mas faltava um lugar onde ele é realmente o protagonista do menu. E olha que a modinha já rola em São Paulo e Rio há muuuito tempo. Acho que até demorou para chegar por essas bandas!

O empreendimento surgiu da paixão dos sócios Henrique Louzada, Mario Kobayashi e Israel Siqueira por hambúrgueres e rock n’roll, daí as referências do gênero presentes na decoração da loja, nos nomes dos sanduíches (muito bem sacados, diga-se) e na comunicação visual da marca. “O conceito surgiu meio que como um desejo nosso de comer um bom hambúrguer e ouvir rock de verdade. Não encontrávamos um espaço assim na cidade e conhecemos muita gente que também estava carente”, explica Henrique.

light my fire
Light my Fire

A casa oferece oito opções de sanduíches: cinco de carne bovina, dois de suína e um vegetariano, de grão de bico. A grande estrela do cardápio é o Light My Fire (R$ 26,90): 180g de carne bovina na crosta de pimenta preta, queijo tipo emmental, picles de pepino, molho de mostarda com melado e pão de abóbora. Para quem curte uma grosseria, o Highway To Hell (R$ 33,90) traz duas peças (360g no total) de carne bovina, duas de queijo tipo cheddar, duas porções de bacon no caramelo de cerveja, molho aioli, catchup caseiro e pão de cerveja.

highwaytohell
Highway to Hell

Além do menu fixo, a casa terá também edições sazonais, “um estímulo para a equipe de cozinha manter a criatividade em dia e um deleite para os amantes de hambúrgueres sedentos por novidades”, explica Mario. Para acompanhar os sanduíches, as batatinhas rústicas são a pedida. Agora, o ponto fraco na minha opinião: faltou uma cervejinha local nas geladeiras. Opções em Niterói e nas redondezas não faltam e eu sei que os sócios são chegados! Mas rola uma Heineken, Corona e outras mais para quem quiser uma gelada acompanhando o pedido.

381burger

Resumindo, o 381 Burger House não é exatamente uma novidade, mas toma para si o estandarte dos hamburgueiros de Niterói, que até então não tinha ninguém pegando carona na tendência dos hambúrgueres artesanais (gourmetizados?) que já rola mundo afora. Para somar, o empreendimento ainda por cima é rock n’ roll! Curti.

381 Burger House
Av. Roberto Silveira, 381, Icaraí
Tel. 21-3254-7624

+ Imagens: divulgação.

Niterói Personalidades – JoutJout Prazer – Um banho de cultura

Rua Abel, Niterói –  Com a amiga Karol.

O canal dessa moça niteroiense é riso certo.

No vídeo escolhido ela apresenta nossa cidade com muita peculiaridade: “Niterói não é uma ilha (…) Sabe qual é a melhor coisa de Niterói? A vista…  ESSA PIADA NÃO É BOA! (…) Você já curtiu um pôr do sol em Itacoatiara? Você já foi no Tio Barriga comer um hambúrguer depois da praia? (…) Tem tartarugas em Niterói, você sabia?. (…) Você é DE Niterói? De que outra forma você sugere que eu fale que sou de Niterói? Sou Do Niterói, sou Da Niterói? (…) enfim, muito mais DE do que DO e do que DA… Tá nos livros … Nós falamos certo!”

#juliaeutambemsoudependotiba #muitoamor #orgulhodeniteroi #talentosdeniteroi

Explore: Solar do Jambeiro

Hoje a gente vai contar pra vocês a história de um casarão lindo e apaixonante, o Solar do Jambeiro.

♡

A construção do antigo Palacete Bartholdy, hoje Solar do Jambeiro, data de 1872. O casarão pertenceu durante muitos anos ao comerciante português Bento Joaquim Alves Pereira. Em 1892, Bento Pereira vendeu o sobrado ao diplomata dinamarquês Georg Christian Bartholdy, que foi cônsul do Brasil em Copenhagen entre os anos 1912 e 1918.

Enquanto Bartholdy passava longas temporadas longe do sobrado, decidiu alugá-lo. Devido a isso, o Solar abrigou diversas atividades: em 1903 o Solar sediou o Clube Internacional; entre 1911 e 1915, o Colégio da Sagrada Família; e, durante o ano de 1918, serviu de residência para Pedro de Souza Ribeiro, chefe da Guarda Nacional. Somente a partir de 1920 a família Bartholdy passou a residir no palacete, realizando significativas melhorias em suas instalações internas.

Em 1974, o casarão foi tombado pelo IPHAN (Instituto do Patrimônio Histórico e Nacional) e somente em novembro de 2001 o Solar passou a ser aberto ao público, após restauração.

Entrada principal do Solar ♡

Entrada principal do Solar ♡

A arquitetura do Solar se destaca na cidade. Dono do segundo maior conjunto de azulejaria portuguesa do século XIX no Brasil, o casarão tem telhas de louça, paredes e beirais pintados à mão, com azulejos vindos direto de Portugal. As janelas tem traços característicos da arquitetura da época.

Lá no blog do Solar tem mais detalhes sobre a azulejaria, ó: “As fachadas do solar são revestidas com azulejos portugueses, de características tipológicas bem definidas: os de fundo, com um mesmo motivo floral, compõem tapetes, contornados por outros lisos, nas cores amarelo e marrom; os cunhais formam colunas, cujas caneluras são identificadas pela alternância de azulejos azuis e amarelos; as pilastras e os arremates também possuem frisos lisos, nas mesmas cores. A azulejaria de padrão, que reveste todo o exterior da casa principal, é predominantemente de tonalidade verde nas fachadas principal e laterais, prevalecendo as tonalidades azul e branca na parte posterior.”

Lateral do Solar: o casarão contempla o segundo maior conjunto de azulejaria portuguesa do século XIX no Brasil ♡

Lateral do Solar: o casarão contempla o segundo maior conjunto de azulejaria portuguesa do século XIX no Brasil ♡

Tudo pintado à mão, minha gente! É muita lindeza, fala sério ♡

E essas telhas de louça pintadas à mão, vindas do Porto? ♡

E essas telhas de louça pintadas à mão, vindas do Porto? ♡

Além da pérola arquitetônica que é o sobrado, o Solar do Jambeiro ainda conta com jardins encantadores. “Das espécies arbóreas existentes, destacam-se os jambeiros, as mangueiras, o pau-brasil, a palmeira imperial e a sapucaia. Próximo ao muro de divisa e ao trecho elevado de reserva florestal, há uma pérgola em ferro, que originalmente indicava o acesso ao prédio principal e se prolongava desde o portão lateral oeste até o solar.”

Esse aí é o Leisson Rodrigues, um dos fotógrafos da nossa equipe ♡

Esse aí é o Leisson Rodrigues, um dos fotógrafos da nossa equipe, no jardim do Solar ♡

“Uma estufa abrigava as espécies mais delicadas, em sua maioria orquídeas. Bancos de madeira e ferro, tanques em cantaria, esculturas de pedra e um banco de alvenaria, revestido com azulejos, também integravam o parque.”

A estufa faz parte do núcleo histórico principal do Solar e hoje em dia também é espaço pra exposições.

Detalhes da estufa ♡

Detalhes da estufa ♡

Estufa ou Orquidário do Solar: uma lindeza ♡

Essa estufa é ou não é uma lindeza? ♡

E essa fonte, gente? ♡

E essa fonte, gente? ♡

O interior do Solar sofreu algumas alterações desde a sua construção, tendo sido as principais delas realizadas durante o início do século XX, quando a família Bartholdy se mudou de vez pra lá. Mesmo depois de um processo intenso de restauração, é possível encontrar pérolas escondidas no Solar e mergulhar em outra época. Atenção aos detalhes:

Pia do século XIX, onde os empregados lavavam as roupas ♡

Pia do século XIX ♡

Lustre incrível na sala vermelha, no primeiro andar ♡

Lustre incrível no primeiro andar ♡

Detalhe de uma das pias datadas da construção do casarão expostas no Solar ♡

Detalhe de uma das pias datadas da construção do casarão expostas no Solar ♡

Azulejaria de um dos bancos do jardim ♡

Azulejaria de um dos bancos do jardim ♡

Um detalhe que poucos percebem: as inscrições deixadas pelos antigos moradores nas janelas do Solar ♡

Um detalhe que poucos percebem: as inscrições deixadas pelos antigos moradores nas janelas do Solar ♡

“O amor é um
orvalho puro
que desce do céu
sobre o nosso
coração quando
Deus quer”

Essa poesia e outros dizeres estão até hoje marcados nas janelas dos dois andares do Solar e são registros de uma época muito feliz, pelo que parece. Todos os escritos contém palavras de alegria e carinho pelo casarão. E é exatamente o que você sente quando anda pelos jardins e pelos cômodos do Solar do Jambeiro. ♡

Se você já conhecia o Jambeiro e não sabia que tinha tanta história por lá, faça uma visita pra conhecer. Leia mais detalhes no blog do Solar e se encante por esse casarão tão maravilhoso.

Se você ainda não conhece o Solar do Jambeiro, tire um diazinho pra andar por lá. Faça um piquenique nos jardins. Tire fotos bonitas na estufa. Visite as exposições em cartaz. Assista a um espetáculo de música ou teatro. Fique à vontade, a casa é sua.

#vemproSolar

#vemproSolar

Quais são as 10 melhores pizzas de Niterói?

mostaro
Olha que lindeza essa pizza da Mostaro

Na nossa última coluna, inauguramos a seção Diz aí, Exploradores, com a ideia de ouvir a opinião de vocês e promover essa troca bacana de ideias com nossos leitores. Pois bem, na primeira edição do Diz aí perguntamos:

QUAL É A MELHOR PIZZA DE NITERÓI?

De lá pra cá, sistematizamos os comentários e chegamos ao nosso ranking com as 10 pizzarias mais citadas. Algumas já eram esperadas, mas também tivemos surpresas. Niterói está longe de ser uma Nova Iorque, São Paulo ou a Itália inteira (rs), mas as nossas pizzas têm o seu valor e esta lista resume o que há de melhor na cidade. Delicie-se!

(Disclaimer: sentiu falta de alguma pizza? Achou injusto o ranking? Quer dar a sua sugestão? Aguardamos seus comentários!)

Gruta di Capri, Icaraí e Itaipu
A mais antiga em atividade na cidade, desde 1950! Massa fofinha, recheio farto e muito queijo. A reputação da Gruta é incontestável, mas dizem que depois do banho de loja que a pizzaria tomou a qualidade já não é mais a mesma. O que vocês me dizem?
+ Nossa recomendação: calabresa tradicional.

Queen Pizzas, São Francisco
Eis outro bastião niteroiense! O Queen era uma pizzaria bastante tradicional de São Francisco, com massas fininhas e crocantes, amadas por todo mundo. Há alguns anos, o grupo Paludo comprou a loja, deu uma recauchutada no ambiente, mas não mudou as receitas e o preparo das pizzas, que continuam fantásticas 🙂
+ Nossa recomendação: Al Mare 2.

Roger Pizza, São Gonçalo, Fonseca e Icaraí
O Roger começou em São Gonçalo, chegou em Niterói pelo Fonseca (também tem filial em Icaraí) e faz o maior sucesso no bairro com as suas pizzas feitas no forno à lenha. A variedade de sabores é enorme e os pedidos bombam na região!
Nossa recomendação: 4 estações.

Lova, Icaraí
O conceito de “pizza mais saudável” é controverso (o uso de ingredientes frescos, orgânicos etc não fazem dela um alimento mais saudável: ainda será pizza), mas independente do conceito, as massas da Lova são MUITO boas, com um cardápio original e, claro, os ingredientes selecionados são um diferencial.
Nossa recomendação: Nossa Pizza ou Cogumelos (in Natura).

Las Leñas, Engenho do Mato
Essa é velha conhecida da galera da Região Oceânica. Tem um ambiente simples, meio rústico, e pizzas que fazem sucesso há bastante tempo. Já me contaram que a qualidade é um fator que varia de tempos em tempos, mas a reputação ainda segura a fama da casa?
+ Nossa recomendação: Zucchini.

Bom Canto, Delivery (Tel: 21-2611-4747)
Foi uma pizzaria tradicional, localizada no final da praia de Icaraí, onde hoje é o La Mole. Fechou as portas há alguns anos, mas seus órfãos reclamaram e o Bom Canto voltou a atender somente delivery. Sua pizza, de massa fofinha e adocicada, continua fazendo sucesso e o molho extra, servido em separado, é marca do estabelecimento.
+ Nossa recomendação: Margherita com molho extra!

Java Space, Centro
Um tesouro escondido no Niterói Shopping! O nome faz referência à linguagem de informática e a decoração do quisque é bem kitsch, anos 90, mas a pizza… quem conhece diz que é a melhor pizza de banana da vida! O dono do Java toca um sininho Toda vez que tem fornada saindo, mas nem precisa. O cheirinho maravilhoso toma conta dos corredores!
Nossa recomendação: Banana!

Da Carmine, Icaraí e Itaipu
Niterói adotou os irmãos calabreses Carmine e Bruno Marasco, que há mais de 10 anos, nos proporcionam pizzas fantásticas à moda italiana, com massa muito fina, crocante e sem exageros nos molhos e ingredientes. Os sabores, arduamente preservados com ingredientes, às vezes difícieis de se encontrar, fazem a diferença do restaurante.
+ Nossa recomendação: Bar Itália

Di Lidia, Icaraí, Badu e Piratininga
A Di Lidia é uma pizzaria de superlativos. Muita massa, muito molho, muito recheio… e o preço não é salgado! Os pizzaiolos, nas três lojas, não economizam! Muita gente ama, mas há quem que torce o nariz para tanta abundância.
+ Nossa recomendação: Quatro Queijos.

Mostaro Pizza & Beer, Piratininga
A Mostaro é uma casa relativamente nova, mas já faz bastante sucesso na cidade. Pizza fininha, feita na pedra, em forno à lenha, e produção própria de cerveja, feita no fundo da casa. Quer coisa melhor?
Nossa recomendação: Covardia